Quem apoia o governo de Dilma Rousseff por dinheiro e poder está sendo mais honesto politicamente do que aqueles que fazem isso usando essa conversa fiada de "defesa da democracia". Os que levam grana e recebem benefícios políticos pelo menos agem obedecendo a uma lógica e se arriscam com isso, o que não dá para dizer sobre quem se apoia em discursos pretensamente éticos, falando em coisas como “defesa da democracia”. Tem muita gente se fazendo de besta com esta conversa, masno fundo sabe muito bem que se um negócio desses der certo o resultado posterior será o de abrir caminho para que maiorais da corrupção escapem de pagar por seus crimes. Um isentão desses que torram nossa paciência na internet tem menos caráter do que o aplicado petista Silvinho Land-rover, que até ser preso pela Lava Jato cumpria lá no ABC paulista com suas obrigações governistas e fazia isso sem fingir que era outra coisa.segunda-feira, 4 de abril de 2016
Desonestidade pior que a de ladrões
Quem apoia o governo de Dilma Rousseff por dinheiro e poder está sendo mais honesto politicamente do que aqueles que fazem isso usando essa conversa fiada de "defesa da democracia". Os que levam grana e recebem benefícios políticos pelo menos agem obedecendo a uma lógica e se arriscam com isso, o que não dá para dizer sobre quem se apoia em discursos pretensamente éticos, falando em coisas como “defesa da democracia”. Tem muita gente se fazendo de besta com esta conversa, masno fundo sabe muito bem que se um negócio desses der certo o resultado posterior será o de abrir caminho para que maiorais da corrupção escapem de pagar por seus crimes. Um isentão desses que torram nossa paciência na internet tem menos caráter do que o aplicado petista Silvinho Land-rover, que até ser preso pela Lava Jato cumpria lá no ABC paulista com suas obrigações governistas e fazia isso sem fingir que era outra coisa.
Postado por
José Pires
às
23:55
0
comentários
Marcadores: Dilma, Isentões, Lula, Manifestações
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Vaias ainda atormentam Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua preocupado com o risco das vaias que recebeu na abertura dos Jogos Pan-americanos desencadearem um processo nacional de repúdio à sua figura. Os sinais para isso sua assessoria já percebeu. Cerca de uma semana depois do repúdio no Pan, Lula recebeu vaias no lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em Aracaju (SE).
Na abertura do Pan, na segunda semana de agosto, para fugir das vaias, Lula teve um procedimento inédito: foi a primeira vez que um presidente da República deixou de abrir o evento.
Por temer novas vaias, o presidente não compareceu neste domingo, 29, à cerimônia de encerramento dos Jogos no Maracanã, mas mesmo assim foi alvo de protestos. Quando o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, citou Lula em seu discurso, grande parte do Maracanã começou a vaiá-lo. Aconteceu a mesma coisa quando seu nome foi mencionado pelo presidente da Odepa (organização responsável pela realização do Pan), Mario Vasquez Rama.
Ontem em Cuiabá, em evento fechado ao público, Lula voltou ao tema. Segundo ele, as ameaças de protestos em todo o país não o farão ficar no gabinete em Brasília.
O presidente, aparentemente, já combinou com seus assessores uma tática dispersiva em relação ao perigo das vaias. A técnica é antiga: vai pela desqualificação das críticas.
Em sua fala, em tom de palanque, Lula tentou relacionar seus críticos aos apoiadores do golpe militar de 64 e aos que “levaram Getúlio Vargas ao suicídio”.
Para ele, os que desejam vaiá-lo são os que estão ganhando muito dinheiro no país. Lula lançou um desafio aos que organizam manifestações contra ele: “Estou realizando esta solenidade em lugar fechado porque é um ato institucional. Não estou fazendo comício. Mas se alguns quiserem brincar com a democracia, sabem que ninguém neste país consegue mais gente na rua do que eu”.
.......................
POR José Pires
Postado por
José Pires
às
09:56
0
comentários
Marcadores: Lula, Manifestações, Vaia
