Governo desorganizado dá nisso: cadê a “gerentona” que não faz logo uma agenda da corrupção?
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Apresento uma relíquia do mercado de consumo brasileiro: o copinho de iogurte de 200 ml. Aproveite enquanto é tempo. A Vigor é a última indústria que ainda não aderiu à norma geral de se aproveitar da desatenção do brasileiro para ganhar mais com menos conteúdo. O empresariado brasileiro vem fazendo isso em vários setores, diminuindo progressivamente a quantidade em produtos que tradicionalmente apresentavam determinado conteúdo.
A forma de engabelar o consumidor é vergonhosa. Primeiro apresentam um produto de fantasia relacionado à marca de sempre, porém com o conteúdo bem menor. Por exemplo, oferecem um iogurte com algum apetrecho ou suposta vitamina da mesma marca do produto tradicional. O conteúdo é menor. E logo depois diminuem também o conteúdo do produto tradicional. O método de enganar é perfeito, até porque as embalagens nada mudam.
E criou-se também nos copinhos esta inversão de valores tão brasileira, que torna extraordinário o que já foi regular. Hoje quem destaca o conteúdo são os que ainda mantém o tradicional copinho de 200 ml. Quem diminuiu o conteúdo tornou também bem menores as letrinhas que identificam a quantidade.
Hoje no mercado é muito difícil distinguir o conteúdo deste iogurte da Vigor das outras marcas (Nestlé, Batavo, etc.), todas elas com bem menos conteúdo, mas todas também com o preço parecido. Foi assim com papel higiênico e toalhas de papel, que foram perdendo metragem. Tem sido do mesmo jeito com tantos outros produtos brasileiros.
Dessa forma, o empresariado vai destruindo relações com o consumidor que levaram décadas para serem estabelecidas. E com essa atitude criam a exigência da intervenção do Estado onde já havia um processo natural muito bem definido. Se o livre mercado não tem bom senso para impedir esse tipo de corrupção moral, que venha o Estado.
Mas, por enquanto o governo só assiste ao engodo, sem normatizar de fato o que é oferecido ao consumidor. Não me espantaria se logo aparecer o litro de leite de 800 ml.
E um ou outro leitor pode falar também da dúzia de ovos de dez, mas aí infelizmente a brincadeira vem com atraso. No mercado brasileiro, já existe a dúzia de dez. E como nós aqui falamos e logo provamos, daqui a pouco eu mostro a foto.
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"Flores em um vaso de cristal", pintado por Edouard Manet em 1882. Não se fixe no título do quadro. Não são poucas as obras de arte que receberam títulos muitos anos depois de pintadas e são na maioria dos casos apenas uma forma de catalogação, indispensável na identificação, até para que possamos encontrar essas pinturas inclusive em nossa memória. Mas a maioria dos títulos diz tanto quanto eu me chamar José e não outro nome qualquer.
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Bem, cá estamos no dia 12 de novembro de 2011.
O mundo não acabou em 11.11.11, mas o ser humano continua fazendo o maior esforço para que isso aconteça logo.
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