segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
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Segurando o riso
Depois da denúncia da Veja, Lupi ainda mentiu em depoimento no Congresso Nacional, foi flagrado com imagem e tudo viajando no avião do dono da empresa que faturou milhões com contratos com o ministério de Trabalho e ainda é acusado de fraude. E também apareceram outras tretas suas: ele foi funcionário fantasma no Congresso e assessores dele foram denunciados por extorsão dentro do ministério e usando a máquina pública para exigir propina.
Mas nada da Dilma demitir o ministro mentiroso. O que essa mulher tem contra mim? Houve até a recomendação da Comissão de Ética Pública pedindo a demissão, mas a presidente manteve o safado. E a minha charge esperando. Ninguém estava me cobrando, mas ali estava eu cometendo uma barriga, que é o jargão jornalístico para quem dá notícia errada. Era uma barriga em charge, coisa muito feia.
Mas hoje finalmente Dilma meteu o pé na bunda do Lupi. Atrasou três semanas a minha charge, mas agora ela está oficializada. Ô mulherzinha difícil para liberar uma charge, sô!
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sábado, 3 de dezembro de 2011
Estranha cúpula
"Logo vamos fazer essa Cúpula e a Dilma vai dirigi-la", disse Chávez. A maluca proposta do venezuelano chama a atenção aos nomes de figuras representativas da esquerda sul-americana que tiveram a doença. A própria Dilma, Fernando Lugo, do Paraguai, e o argentino Néstor Kirchner, que não poderá comparecer a esta absurda cúpula, já que não superou o câncer.
Na verdade, a idéia de uma “cúpula de presidentes que superaram o câncer” não comporta nem a menção do próprio Chávez ou de Lula, pois os dois ainda lutam contra a doença, que ainda não foi superada. Mas aí já é parte da demagogia política desse tipo de político. Eles contam com uma realidade baseada apenas em palavrório e nisso os nomes citados formam realmente um grupo.
No entanto, este maluco projeto que parece piada de mau gosto mostra que um encontro de cúpula que essa gente nunca poderá fazer é o de presidentes que superaram o cretinismo e estupidez.
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Questão de opinião
Mas aí temos um problema, que é a piada feita sem querer: quando alguém escreve contra esta “mania de dar opinião sobre tudo” ele está dando sua opinião até sobre esta “mania de dar opinião sobre tudo”.
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Amor, estranho amor
O caso parece sério. É capaz da Dilma demitir a Comissão de Ética Pública , mas meter o pé na bunda do bonitão do PDT, nem pensar.
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Canudo forçado
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O mistério da tesoura do Planalto
Mas agora na nova denúncia que apareceu do sindicalista que foi achacado no ministério do Trabalho dá para ver que Lula não lia absolutamente nada quando esteve na presidência da República.
O sindicalista Irmar Silva Batista foi ao ministério do Trabalho registrar um novo sindicato e um assessor do ministro Carlos Lupi exigiu dele R$ 1 milhão de reais para liberar o registro. Batista então mandou uma carta para Lula relatando o caso de corrupção. Nunca recebeu resposta.
O sindicalista mandou a carta por e-mail também para a presidente Dilma Rousseff. Com a publicação da reportagem com a denúncia na Veja desta semana, a assessoria de Imprensa da Presidência informou que nada foi feito porque o trecho da denúncia acabou sendo cortado na mensagem recebida. Foi passada uma tesoura no que mais importava na mensagem. E aí surgiu mais uma questão que ainda não foi explicada.
Uma mensagem como esta passa pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, antes de chegar a Dilma. A dúvida que fica é se a carta já chegou na mão de Carvalho com o corte do trecho que continha a denúncia de corrupção ou se a presidente Dilma foi a única pessoa no Palácio do Planalto que recebeu a carta depois de passarem a tesoura na denúncia.
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Pra haver debate tem que ouvir o outro
Mas, ao tema: o vídeo abaixo foi feito por alunos da Engenharia Civil da Unicamp. É um bom material nesta discussão sobre a usina. Já é um sucesso na internet e veio evidentemente como resposta ao vídeo do movimento Gota D’Água, que trouxe vários artistas de televisão contrários à usina de Belo Monte. E é excelente por um aspecto importante que vai além da construção da usina: traz de fato o debate sobre a arriscada construção desta usina. Arriscada no meu entender, é claro. Os alunos da UNICAMP pensam o contrário e trazem seus argumentos. Já tem gente buscando desqualificá-los, alegando ignorância quando eles dizem que energia hidrelétrica é energia limpa. Bem, aí é ignorância do uso da linguagem.
Os alunos estão fazendo uma boa argumentação utilizando uma barbeiragem danada do vídeo dos artistas contrários a Belo Monte. Naquele vídeo eles dizem que este tipo de energia não é limpa. Tentaram criar uma brincadeira de texto, mas não foram eficientes ao passar para o vídeo. Tornar claro o argumento exigiria tempo demais para um clipe. Foi uma questão de linguagem também, mas acabaram abrindo um flanco para ataques certeiros dos que aceitam a usina. Este dos alunos da Unicamp usou bem esta falha e deu um chute certeiro. Azar. É pegar a bola no fundo da rede e seguir o jogo. Mas com cuidado. Este adversário não é ignorante. Eles jogam bem. E para haver debate o outro tem que ser ouvido.
O vídeo dos alunos da Unicamp tem uns defeitos de direção, o que torna menos eficiente a fala dos alunos. Mas essas coisas são assim mesmo. No outro eles melhoram. O que esta manifestação dos alunos da UNICAMP traz de muito bom é realmente criar um debate sobre o assunto. Quem é contra a usina terá de se esforçar um pouco mais.
O vídeo faz o que o governo do PT não fez, pois tanto Lula quanto Dilma impuseram a construção deste projeto absurdo neste país, além de forçarem outras coisas também, mas aí são outras arbitrariedades. Lula impôs o projeto e desrespeitou opiniões contrárias. Dilma segue a mesma linha. A meu ver, quem é petista deveria discutir o assunto no foro do partido. Vão lá cobrar de seus dirigentes, agitem politicamente a militância. Preferia até que todos os petistas fossem a favor da usina, pois o PT tem desmoralizado muitas causas boas neste país e podem desmoralizar também a ecologia. Não venham encher o meu picuá.
Mas, deixando de lado a hipocrisia de certos petistas, o bom deste vídeo é que parece o começo de um debate de fato sobre a questão. Temos enfim o outro lado, como se costuma dizer. E eles não são ignorantes, não. Vão dar um trabalho danado, pois podem conquistar uma boa parcela da população que é propensa a aceitar não só a usina, mas outros projetos arriscados para o meio ambiente.
Uma questão essencial hoje para o Brasil é fazer este debate. Os estudantes da Unicamp criaram um bom site (que pode ser acessado no próprio vídeo). Foi aberto há quatro dias e o vídeo já tem 78.686 exibições só por meio deste site. Certamente vai bombar no Youtube. O site também está aberto a comentários e já traz muitos argumentos contra a usina de Belo Monte, o que é muito bom. O caminho da sociedade civil tem que ser este: do debate aberto, franco e aprofundado. É o caminho para se construir um país.
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sábado, 26 de novembro de 2011
Estilo de governo
Parte considerável dos ministros que a presidente tem veio do governo Lula. O método acompanha, é claro. Aí se pode falar em herança maldita de fato: já caíram cinco por corrupção e um foi obrigado a sair porque falou q...ue estava cercado de idiotas e Dilma, na dúvida se isso era com ela ou não, resolveu que Nelson Jobim tinha que sair de perto dela.
Mas tem a inovação: fala logo. Pois a inovação de Dilma é que agora ministros flagrados com a mão na cumbuca permanecem no cargo. Eles vão ficando. Carlos Lupi, do Trabalho, disse que não saía nem "abatido a bala" e declarou seu amor, estranho amor, à Dilma. Parece que deu liga e ele vai ficando. Agora já aparecem denúncias de corrupção braba no ministério das Cidades, tocado pelo pepista Mário Negromonte , mas esse também dá a impressão de que vai acabar ficando.
Mudou a forma de Dilma lidar com as denúncias. É óbvio que alguém avisou que se for tirando ministro por causa de corrupção não demora muito para ela acabar sozinha no Palácio do Planalto. Pois agora Dilma tem um ministério que vai ficando.
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Mexendo no que já está pronto
Vários desses objetos práticos que não admitem mudanças nos cercam desde sempre e mesmo que uma ou outra empresa procure um jeito novo de fazer a coisa, logo o consumidor é obrigado a voltar ao modelo antigo.
É assim com o saleiro de lanchonete. Aquele de vários furinhos, a maioria de plástico, que até mudam bastante nas mãos de designers, mas nunca dão certo. Já vi até o saleiro de um furo só. No final, porém, a gente acaba precisando de mais buraquinhos para poder salgar a salada. E então o lindo modelo platinado de saleiro que custou os tubos acaba abandonado na gaveta depois de ser trocado pelo bom e velho saleiro de plástico.
Poderíamos ficar muito tempo na recordação dessas coisas prontas que o pessoal vive buscando um jeito de inovar, mas sempre estão quebrando a cara. A bisnaga de mostarda, escorredor de macarrão, abridor de garrafas, abridor de latas, a conversa vai longe.
Bares e lanchonetes andam substituindo a bisnaga de mostarda por saches, que trazem também ketchup ou maionese. Mas fizeram um objeto tão inviável que em alguns lugares o sache é acompanhando por uma tesourinha. O desperdício também deve ser imenso. Boa parte do conteúdo da mostarda ou de qualquer outro condimento acaba ficando dentro do plástico. O consumidor gosta também de levar uns dois ou três saches para casa, que depois acabam sendo esquecidos até irem para o lixo com a perda da validade.
Outro dia fiquei matutando sobre este desperdício multiplicado por milhares, milhões de consumidores. É de espantar a perda fantástica de alimento. E, claro, tem também o problema do sache ser de plástico, que é uma das questões mundiais mais graves apontadas pela ecologia.
Mas eu comecei pelo palito de dentes, um das coisas mais práticas que os bares e restaurantes oferecem ao cliente. O palito serve para fazer lindas estrelas sobre o prato, que vão se formando quando você joga algum líquido nos cantos quebrados. Dá para fazer o truque do copo. Os palitos ajudam muito a conter a impaciência enquanto o pedido não vem. Você vai quebrando um a um, riscando com eles a toalha, formando bem equilibradas composições. E não podemos esquecer o jogo de palitos. Enfim, são muito úteis como terapia de bar ou restaurante e até em casa quando falta assunto na relação com a patroa.
Só não servem para palitar os dentes, pois isso os dentistas não recomendam de forma alguma.
E o palito vem no paliteiro, é claro, já que estamos falando de objetos práticos aqui nesta crônica. Ou vinham, pois já faz algum tempo que venho me deparando por aí com algo muito curioso que é o palito com camisinha. Tirei a foto e a imagem está lá em cima para poupar mil palavras. Fizeram uma inacreditável embalagem individual de palito. É mais uma tentativa de mudar o que estava dando certo. E neste caso também é outra invenção com mais gastos e desperdícios para mexer no que já estava resolvido.
O pessoal não desiste de planos para reinventar a roda. Não vou me espantar se um dia desses eles aparecerem com uma embalagem para a banana. Isso depois de jogar fora a embalagem natural que a bananeira dá.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
A "burrice" do Ziraldo
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Ordem na farra
Governo desorganizado dá nisso: cadê a “gerentona” que não faz logo uma agenda da corrupção?
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Será que vai dar praia?
É óbvio que o melhor seria que isso não acontecesse, mas como o brasileiro costuma ficar desatento às conseqüências e riscos futuros logo que um desastre tem seu desenlace, a visão das praias do Rio com o petróleo derramado poderia dar uma motivação para um envolvimento mais sério da sociedade civil no debate, com o aprofundamento da discussão sobre o perigo que o Brasil corre com esta falta de controle por parte do governo do PT em setores de alto risco.
Com o petróleo vazado no desastre da Chevron se diluindo no mar e sendo afastado das costas brasileiras o assunto logo vai virar jornal velho e seguir o rumo de tantos problemas brasileiros: a gaveta. Até o momento em que algo aconteça novamente, talvez até com mais gravidade.
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Gramática oficial
O projeto é da ex-senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que tentou ser deputada depois do final do mandato no Senado, mas felizmente o eleitor do Mato Grosso teve o bom senso de não elegê-la para mais nada.
O projeto está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, de onde espera-se que o bom senso encaminhe um negócio desses direto pro lixo. Até porque fica uma curiosidade sobre a penalidade que sofreriam os que, como eu, jamais escreverão "presidenta".
Seremos presos? Deportados, talvez? Então será a pena política mais engraçada da nossa história. É presidente Dilma Rousseff. E ponto final.
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Dando uma força pro vilão do Senado
O ator Milton Gonçalves fez o papel de coadjuvante do senador José Sarney em programa gratuito do PMDB veiculado na televisão. Ele serve de escada para o senador do Maranhão eleito pelo Pará, com a seguinte pergunta: "Presidente Sarney, mais de 50 anos de vida pública: desse tempo todo ficou alguma mágoa?"
Sarney entra em seguida e evidentemente diz que não guarda mágoa alguma e manda ver um trololó demagógico. Está fazendo o papel dele. E para isso é só caprichar no óleo de peroba na cara antes de gravar a farsa.
Mas e o ator Milton Gonçalves? Por que faz um negócio desses? É o tipo de coisa do qual a única saída é dizer logo que o trabalho foi feito só pelo dinheiro. Se a participação num negócio desses foi pela causa, aí a desmoralização é total.
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Alertas vermelhos em vários cantos
Sempre é bom lembrar que este é um governo de continuidade, que tem no seu, digamos assim, “comando”, uma presidente que vem de cargos decisivos dos dois governos de Lula.
Mas além das denúncias sucessivas de corrupção, o governo Dilma se envolve noutro bate-cabeças com o desastre ambiental do vazamento do poço da Chevron, na Bacia de Campos. Até o momento não se tem conhecimento nem da dimensão exata do desastre, que pode ser bem maior do que se sabe até agora.
O que se sabe com certeza é que o governo petista não tem o controle da exploração do petróleo no Brasil nem nos aspectos mais básicos: não fiscaliza, não acompanha o cotidiano das perfurações, e por isso só ficou sabendo do desastre pela imprensa. Dilma e seus ministros também dão a impressão de que depois do desastre é também pelos jornais que acompanham tudo
Já escrevi aqui sobre o vazamento deste poço de petróleo. Na minha visão o alerta é vermelho e mostra o risco que os brasileiros correm com a exploração deste recurso natural feita sem planejamento e controle. Neste desastre o governo do PT só atua depois dos acontecimentos, mostrando que não acompanhava de forma preventiva a exploração de petróleo e não tem a atenção nem a regulamentos necessários em uma atividade de tamanho risco.
A discussão sobre Plano de Contingência Nacional que se mantinha engavetado apareceu de forma bem tímida no ano passado, quando ocorreu o vazamento da British Petroleum , a BP, no Golfo do México, que lançou no mar cerca de 60 mil barris de petróleo por dia durante quase três meses. Mas naquela época o governo do PT e seus seguidores ficaram preocupados em criticar o governo Obama e não houve continuidade na discussão do caso brasileiro. O pré-sal era também uma importante moeda eleitoral e precisava ser vendido como a redenção econômica do país.
É preciso lembrar também que vivemos no Brasil nesses quase nove anos um período em que a prevenção na área ambiental e a aplicação de leis e regulamentos sofre o menosprezo oficial e até ataques. O próprio ex-presidente Lula atacava de forma raivosa leis ambientais que, para ele, impediam o progresso econômico.
E hoje um setor tão decisivo e até crucial como o da energia está nas mãos do grupo do senador José Sarney, como resultado do loteamento político que o PT estabeleceu como forma de governo no país. O ministro é o senador licenciado Edison Lobão, que na sua posse no ministério de Minas e Energia confessou que até então acompanhava este assunto apenas pelos jornais.
Quando aconteceu o desastre nuclear no Japão eu escrevi uma série de artigos em meu blog, onde, entre outras coisas, alertava que Lobão era a garantia da segurança do projeto nuclear brasileiro. É claro que a escolha do ministro Lobão é apenas simbólica sobre a irresponsabilidade que governa o país. Seu chefe é Dilma Rousseff e o chefe anterior foi Lula. Mas o símbolo permanece: ainda é esta a única garantia.
O alerta vermelho do poço da Chevron continua apitando. Outros alarmes sobre diversos riscos estão por aí, muitos deles da mesmas cor do desastre da Bacia de Campos. E é preciso ver neste alerta também a necessidade da atenção de que este governo toca outros mega-projetos de grande risco na atualidade e especialmente para o futuro das novas gerações.
Um dos símbolos deste desatino governamental, que só pode ser explicado pelo interesse direto na dinheirama movimentada, é o da Usina de Belo Monte, um projeto com resultados terríveis em danos ambientais e sociais e de comprovada ineficácia na geração de energia.
O governo do PT também dá seguimento ao projeto nuclear implantado na ditadura militar No governo Lula retomaram a construção de Angra 3 e o PT mantém esta insana idéia de usar energia nuclear em um país com tantas outras fontes. O governo pretende ainda a implantação de outras usinas nucleares espalhadas pelo país, projeto mantido em compasso de espera depois do desastre nuclear no Japão, mas que sempre pode ser retomado. Às pressas e sem planejamento e controle, como é o estilo desse governo.
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POR José Pires
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