Cá entre nós, nesses tempos em que vivemos Judas ia ser passado para trás fácil, fácil: Tem muita gente aí que faria o serviço por bem menos que 30 dinheiros.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Cá entre nós, nesses tempos em que vivemos Judas ia ser passado para trás fácil, fácil: Tem muita gente aí que faria o serviço por bem menos que 30 dinheiros.
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"Leis são como salsichas. É melhor não ver como elas são feitas." A frase é de Bismarck. E ele não conhecia o nosso Legislativo.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Espírito de Natal é uma coisa bacana. Mas tem que tomar cuidado para que no restante do ano não prevaleça o espírito de porco.
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"O Estado Novo é o estado a que chegamos."
A frase é de Apparicio Torelly Apporelly (1895-1971), o Barão de Itararé, e é evidentemente sobre o Estado Novo de Getúlio Vargas, que foi de 1937 a 1945.
O grande Barão não viveu pra ver o estado a que chegamos com o PT no poder.
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Acho que os padres devem casar. Depois de tanto tempo fazendo o casamento dos outros acho muito justo que tenham uma dose do seu próprio remédio.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Maconha: que papo é esse?
Muita gente entra de inocente na leva que acaba sendo criada em torno do hábito de puxar um fuminho, que inclusive não leva ninguém à prisão hoje em dia. No caso do entrevero na USP havia a acusação de tráfico
Mas eu quero mesmo é puxar a atenção para uma matéria publicada hoje em vários sites, com a informação sobre a proibição na Holanda de que turistas freqüentem cofeeshops para fumar maconha.
Essa droga é legalizada na Holanda desde 1976 e a proibição entra em vigor a partir de janeiro do ano que vem. Esta informação vinda da Holanda pode servir para o debate sobre a legalização da maconha que alguns pretendem implantar no Brasil. A Holanda é um bom laboratório para esta idéia, já que lá eles vem fazendo há bastante tempo o que pretendem colocar em prática aqui em nosso país.
A proibição atual na Holanda vem a propósito do estímulo que os jovens acabaram tendo para consumir maconha e pelo aumento da potência desta droga. Este fato não é novo. Já faz tempo que estudiosos vem alertando que esta maconha que vem sendo consumida atualmente nada tem a ver com a droga que era cercada de romantismo quando seu consumo foi propagado a partir de experiências alternativas. A maconha de hoje é uma droga mais pesada, que foi aditivada bastante nos últimos anos pelos poderosos do tráfico internacional.
Segundo a notícia da Holanda, devido à manipulação genética, a maconha já contém mais de 15% de THC, o princípio ativo, o que aumenta os efeitos sobre o cérebro. Isso faz dela um perigo para os jovens e adolescentes, os usuários mais vulneráveis.
Essa informação vem ao encontro de algo que já falei muitas vezes, inclusive com amigos que consomem a droga e embalam a língua nas críticas às muitas outras barbaridades que tem respaldo legal. Comparação com cigarro e álcool não colam comigo, pois nunca fumei e bebo sem prejudicar minha saúde, trabalho e nem a feitura de coisas bacanas da vida, como desenhar, escrever, ler e, é claro, dar uns amassos legais.
A maioria das críticas dos maconheiros realmente procede. A grande indústria é de pouco escrúpulo, mas ninguém pode negar que elas acabam tendo que cumprir regras que aí estão. Ou pelo menos estes mecanismos de fiscalização e punição existem, com algum resultado de proteção ao consumidor. Até a poderosa industria do cigarro vive tendo que dar satisfação sobre suas falcatruas e tem sido até punida nos últimos anos.
E é aí que eu fecho com uma questão sem resposta: como é que espíritos tão críticos ao mercado de consumo aceitam expor seu corpo à drogas que estão sob o poder apenas de criminosos, desde a plantação, passando por todos os processos e chegando até à comercialização?
Fica a interrogação.
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Fala-se muito de ética, escrevem sobre ética, fazem debates sobre ética e até existe propaganda da ética. Mas quando é que vão lançar este produto no mercado nacional?
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Mensalão: será que agora vai?
A conclusão do exame do processo, anunciada ontem pelo STF, traz um certo alívio aos brasileiros que, na semana passada, receberam a notícia de que as penas poderiam ser prescritas antes da conclusão do julgamento. O alerta havia sido feito pelo ministro Ricardo Lewandowski, do STF, que insinuou que a prescrição teria como causa a demora do relator Joaquim Barbosa, que ficou 4 anos examinando o caso. Na entrevista, ele disse que teria de começar “do zero” o exame do processo.
Na mesma semana em que Lewandowski deu entrevista sobre este assunto de forma alarmante, ele já havia sido desmentido por colegas que se manifestaram em caráter privado para colunistas da imprensa. Ministros do STF perguntaram “a quem ele serve”, em referência às queixas dele de que teria de partir “do zero” para produzir o voto de revisão paralelo ao de Barbosa.
Os colegas de Lewandowski informaram que o exame feito por ele não teria de forma alguma que começar “do zero”. A colunista Renata Lo Prete escreveu na Folha de S. Paulo que um ministro disse a ela que “os autos estão digitalizados e que nada impediria o colega de se debruçar sobre o trabalho”.
No relatório divulgado ontem pelo STF, Joaquim Barbosa também fala da acusação de demora e sobre a insinuação de que o atraso e conseqüente prescrição seriam por sua causa. O relator destaca que a partir de proposta sua desde maio de 2006 estão digitalizadas todas as peças da investigação, para que os ministros e os advogados dos acusados pudessem consultar os autos, mediante uma senha fornecida pelo tribunal.
"Os autos, há mais de quatro anos, estão integralmente digitalizados e disponíveis eletronicamente na base de dados do Supremo Tribunal Federal, cuja senha de acesso é fornecida diretamente pelo secretário de Tecnologia da Informação, autoridade subordinada ao presidente da Corte, mediante simples requerimento", ele escreve no relatório.
Barbosa também se referiu ao peso diferente do processo do mensalão em relação ao que chega normalmente ao STF. “Estamos diante de uma ação de natureza penal de dimensões inéditas na História desta Corte", ele escreveu.
O relator ainda argumentou sobre as manobras feitas pela defesa para alongar o andamento do processo, lembrando que a ação contém 49.914 páginas, divididas em 233 volumes e 495 apensos. Ele ressaltou ainda que a instrução processual foi "complicadíssima", lembrando que os réus indicaram cerca de 650 testemunhas de defesa, "espalhadas por mais de 40 municípios situados em 18 estados e também em Portugal".
Um trecho do relatório que esclarece muito bem o pesado esquema jurídico que gravitou em torno do processo: "Com efeito, cuidava-se inicialmente de 40 acusados de alta qualificação sob o prisma social, econômico e político, defendidos pelos mais importantes criminalistas do país, alguns deles ostentando em seus currículos a condição de ex-ocupantes de cargos de altíssimo relevo na estrutura do Estado brasileiro, e com amplo acesso à alta direção dos meios de comunicação".
Ele fez ainda uma comparação com processos muito menos complicados que estão em andamento no STF há bem mais tempo que o processo do mensalão. Segundo seu relatório, algumas ações penais do STF iniciadas na mesma época, com "dois ou três réus", ainda não foram concluídas.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Tudo normal
E quem pensa que esta queda moral só existe em situações extremas desse tipo, basta dar uma observada em volta para ver o monte de barbaridades com as quais passamos a conviver como se fossem inevitáveis e parte normal do nosso cotidiano.
Na política, a capacidade do brasileiro ir absorvendo de forma natural a queda de valores que envolve todo o país começa também a tornar práticas aceitáveis os absurdos que vão da incapacidade administrativa em municípios, estados e no governo federal, até a roubalheira geral que vai se institucionalizando.
Seguindo assim ainda vamos chegar a uma eleição em que o candidato mais aceitável não será o político que não é ladrão, mas o que rouba e mas pelo menos faz alguma coisa.
Existe até um esforço político de autoridades para impedir que o brasileiro se conscientize da necessidade de mudanças e todos os cidadãos passem a encaixar esta enormidade de descalabros como aceitáveis em sua rotina normal de vida.
Temos muitas demonstrações disso e não é de agora, mas um bom exemplo do contrasenso se instalando são as declarações feitas hoje pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), durante uma avaliação do primeiro ano de gestão da presidente Dilma Rousseff. Mostra bem o desnorteio que tentam criar na cabeça dos brasileiros.
Ele disse que o governo Dilma não enfrentou “problemas políticos” neste primeiro ano. Para Vaccarezza, mesmo as demissões de ministros não significam uma “crise de governo”. Foram sete ministros demitidos no primeiro ano, seis deles em razão de denúncias de corrupção das mais pesadas, sem que haja nenhuma sinalização de que algum dos casos chegue a ter alguma punição.
É evidente que o Brasil está penetrando em um período de normalidade cada vez mais preocupante.
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Teje preso!
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João Bittar e o umbigo do Lula
Esta deve ser foto mais conhecida do fotógrafo João Bittar, que morreu ontem em São Paulo aos 60 anos. É a famosa foto do umbigo do Lula. Numa convenção nacional dos metalúrgicos em abril de 1979, Lula reclamou que não paravam de tirar fotografias dele e desafiou João Bittar, de brincadeira, a fotografar seu umbigo. E ele fotografou.Lula já era uma figura important...e do sindicalismo, mas no primeiro plano da política brasileira o destaque era de outros. E nem em sonho alguém poderia imaginar que o cara que mostrava o umbigo seria um dia presidente da República.
O fotógrafo João Bittar teve a presença de espírito de fazer a foto fora do convencional e depois teve a disciplina profissional de conservar a imagem durante anos mesmo sem que ela fosse publicada.
Com a eleição do Lula e a importância política que ele passou a ter na política brasileira a imagem ganhou um grande peso histórico. É uma foto que cresceu com a figura retratada.
João Bittar era um desses raros profissionais que entendia como poucos o conjunto em volta da cena que fotografava. Ele passou por várias publicações brasileiras, como Diário de S.Paulo, Veja, Exame, Gazeta Mercantil, Época, IstoÉ e Folha de S. Paulo. Na Folha foi editor de fotografia em uma época essencial na modernização da nossa imprensa, a da digitalização das imagens.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Eta, eta, eta, que ministro porreta
Mas também não me furto (epa!) em elogios aos petistas quando eles mostram serviço. Já falei bem da presidente Dilma Rousseff pela inovação fantástica que deve ser parte do tal modo petista de governar: ela vai comemorar os primeiros cem dias de governo só no segundo ano de governo. Fica para o ano que vem. É uma inovação e tanto. Como não aplaudir um feito desses?
E vou bater palmas de novo, agora por uma novidade criada pelo ministro Fernando Pimentel, que está naquele cai-não-cai tão próprio do ministério da Dilma. Ele é ministro do Desenvolvimento e no momento se dedica a desenvolver explicações para seu alto faturamento pessoal. Está desenvolvendo bastante. A cada dia o nosso ministro porreta arruma uma explicação nova para ninguém achar que ele ganhou dinheiro de forma desonesta.
O ministro, todos sabem, está enroscado nas variadas explicações para a dinheirama que ganhou entre o período da saída do cargo de prefeito de Belo Horizonte e a campanha de Dilma Rousseff, com o cargo que veio com a vitória da petista.
Pelo que se sabe até agora, entre 2009 e 2010 ele faturou R$ 2 milhões de reais. Da bolada, levou R$ 1 milhão da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e R$ 514 mil do grupo da construtora mineira Convap. Entre os picados restantes, ele faturou até como consultor de uma pequena fábrica de guaraná do Nordeste. Isso é versão dele, é claro. Até agora não deu pra entender como uma fabriqueta arrumou verba para pagar R$ 125 mil por uma consultoria. A fábrica tem até um slogan descolado: “Guaraeta, naturalmente porreta”, o que me levou a chamá-lo de ministro porreta. Ele merece. Aliás, o ministério da Dilma é todo naturalmente porreta.
Mas tem o milhão que ele ganhou da Fiemg. Para dar uma força para o ministro, a federação de industriais mineiros disse que ele fez palestras em unidades regionais. Ocorre que o jornal O Globo procurou as tais unidades e não encontrou ninguém que se lembre de nenhuma atuação do ilustre palestrante.
Mas é marcação da imprensa em cima do ministro, é claro. E como eu não sou disso, tenho que elogiar. Fernando Pimentel é mais um inovador do revolucionário PT. E como tal, tinha que vir com coisa muito nova. Pois inventou o cargo de palestrante-fantasma, uma função que, como se vê, já começa muito bem valorizada.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Liberdade de imprensa: o outro lado e mais outros lados do debate
O livro é um amontoado de acusações contra os tucanos e que tem como alvo central dos ataques o ex-governador José Serra, que foi candidato a presidente da República na eleição vencida pela petista Dilma Rousseff. Serra peleou bem. Dilma venceu com 56,05% dos votos e ele ficou com 43,95%.
O artigo de Kotscho tenta fazer de vítima Amaury Ribeiro Jr., como se tivesse sido armada uma conspiração na imprensa para vetar a menção ao livro. O texto de Kotscho foi publicado em seu blog, abrigado no site da Record, a rede de comunicações ligada à Igreja Universal. O jornalista é contratado da emissora.
Talvez como forma de estimular a propagação do texto, para fechar o artigo ele define a imprensa hoje como sendo “propriedade privada de meia dúzia de barões da mídia que decidem o que devemos ou não saber”. Este clima de luta pela liberdade de expressão e contra poderosos interesses serve para azeitar a rede de blogs governistas, de gente paga e também de blogueiros que seguem a linha de ataques à oposição e de defesa do governo estabelecida de cima.
Para ser correto, entre os “barões” assinalados por ele como "donos da imprensa", o jornalista deveria ter apontado também os “bispos”, o que no meu entender é um dos fatos mais graves ocorridos recentemente na comunicação no Brasil. Com o apoio do governo Lula, uma seita pentecostal das mais retrógadas passou a ter o domínio de uma larga fatia da comunicação. É um grupo tão estreito que é de lá o tal do pastor que chutou a seita e também é de lá que apareceram vídeos em que seu líder máximo dá lições de como tirar dinheiro dos crentes. É uma mistura de religião com política, vinda de líderes religiosos que ganham fortunas com a crença principalmente dos mais pobres.
Este é um tema importante no debate sobre a mídia no Brasil, uma discussão necessária, mas que infelizmente foi prejudicada pela partidarização feita pelo PT e por sindicatos de sua esfera política.
Outra questão que Kotscho não menciona é o currículo do autor do livro que ele trata como se fosse um libelo libertário e defensor do bem comum. Por dever jornalístico ou respeito ao leitor, ele não devia ter ocultado fatos ligados diretamente ao tema do livro em questão.
Neste caso, o fato marcante na carreira de Amaury Ribeiro Jr. foi seu envolvimento na criminosa quebra do sigilo fiscal do candidato Serra e de seus familiares, ocorrido durante a campanha eleitoral para presidente da República. O caso foi dennunciado pela imprensa em setembro do ano passado. A quebra de sigilo foi feita numa agência da Receita Federal em Mauá, São Paulo. O principal suspeito da violação era filiado ao PT desde 2003 e teve seu nome excluído do partido em novembro de 2009, menos de dois meses depois de ser executada a quebra. Já Amaury Ribeiro Jr. foi acusado pela Polícia Federal de ter encomendado a quebra de sigilo.
Na época, o jornalista foi indiciado pela PF pelos crimes de violação de sigilo, corrupção ativa e uso de documento falso. Ele também foi enquadrado no artigo 343 do Código Penal: "Dar, oferecer ou prometer dinheiro ou qualquer outra vantagem a testemunha, perito, contador, tradutor ou intérprete, para fazer afirmação falsa, negar ou calar a verdade em depoimento, perícia, cálculos, tradução ou interpretação".
Amaury Ribeiro Jr. também participou como contratado da pré-campanha de Dilma Roussef e, segundo ele mesmo diz, seu contrato ocorreu depois que os petistas souberam que ele podia saber de coisas pesadas contra os adversários tucanos.
Estes fatos não são mencionados por Kotscho em seu texto e isso ele não poderia fazer de forma alguma. Aí não daria para construir a imagem de Amaury Ribeiro Jr. como autor barrado pela imprensa. Esta é a intenção de seu pequeno artigo.
O próprio Kotscho não tem também lá essa independência para tratar de um assunto como o da privatização feita pelos tucanos. Privatização que eu também sempre vi com suspeitas — é bom destacar. Mas não vou me deixar engabelar em minhas posições políticas, quando existe uma manipulação grotesca em curso.
E a privatização feitas pelos tucanos o PT sempre condenou quando foi oposição de forma sempre agressiva. Mas os petistas nada fizeram depois de subir ao poder. O govenro do PT não fez nenhuma investigação, denúncia alguma. E nenhuma privatização foi desfeita, o que eu acho uma pena.
Durante muitos anos Kotscho foi assessor pessoal de Lula, antes até da primeira vitória eleitoral. Com a eleição de Lula em 2002, ele abandonou o jornalismo e “passou para o outro lado do balcão”, como ele próprio disse à época. Saiu logo depois da tentativa de expulsão do correspondente do New York Times, Larry Rohter, que escreveu sobre o que todo mundo já sabia: os hábitos etílicos do presidente. Lula chegou a assinar a expulsão, o que mostra bem seu caráter autoritário, que foi contido no Brasil e não só neste caso pela reação da sociedade civil.
No caso de Rohter, a imprensa que Kotscho agora condena se levantou contra, aconteceram reações fortes em todo o mundo e a expulsão acabou sendo contestada no STF. Lula teve que voltar atrás e ali o PT no poder teve barrada a primeira tentativa de intimidação da imprensa.
São muitas coisas que têm que entrar num debate sobre liberdade de imprensa e a luta contra o monopólio fechado nas mãos de “barões”. Kotscho não pode falar, mas nós podemos. Agora no assunto temos também “bispos”, como eu já disse, e entram também as tentativas de usar o tema para fortalecer posições corporativistas e partidárias, o que pode significar uma mudança do domínio sobre a comunicação para algo pior do que temos agora.
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POR José Pires
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Querido Papai Noel...
E o mais maluco é que o pessoal do lobby do saci é ligado aos politicamente corretos que querem fazer uma revisão com a tesoura na obra de Monteiro Lobato, um escritor sem o qual é provável que o saci não estaria com tanta força em nossa cultura.
Mas voltemos ao Papai Noel. É uma figura ótima para fazer humor. Sua figura ambígua permite que ele entre em qualquer situação. Qualquer coisa pode ser feita com o Papai Noel em cena e as ações com ele podem ser entre políticos, miseráveis, empresários, enfim, qualquer tipo de pessoa. O sacana vai bem até mesmo com criança.
Além das facilidades criadas pela multiplicidade desta figuraça, é uma delícia desenhá-lo. Como sua imagem já está bem fixada na mente de qualquer leitor, ele permite desenhos com todas as liberdades, sem que se perca a referência que dá base ao humor.
Obrigado, Papai Noel.
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POR José Pires
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Mas, pensando melhor, será que não é até bom que esse pessoal esteja se dedicando à corrupção? Assim não corremos o risco deles desmoralizarem também a ética.
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Francamente, nem dá para fechar os olhos a tudo isso que está acontecendo. Tem também o cheiro.
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
O PT realmente tem inovado bastante em seu modo de governo: Dilma até deixou os primeiros 100 dias de governo para o ano que vem.
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