sexta-feira, 11 de julho de 2014
O deserto cultural de Cuba
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quinta-feira, 10 de julho de 2014
Seleção rebaixada
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Dilma no padrão Felipão
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quarta-feira, 9 de julho de 2014
Azarando o escrete verde-amarelo
Não é de hoje que o ex-presidente Lula carrega a fama de ser um terrível pé-frio no esporte. Já escrevi sobre o assunto outras vezes e até publiquei uma lista impressionante de atletas e clubes que sofreram sérios revertérios depois de um encontro ou alguma manifestação pessoal da parte dele. Mesmo quem é cético neste tipo de coisa acaba se convencendo que o cara é mesmo um seca-pimenteira dos mais perigosos. Para comprovar já publiquei neste blog a lista dos desafortunados que se danaram.
POR José Pires
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Incompatibilidades
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Goleada histórica
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terça-feira, 8 de julho de 2014
Vale tudo
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segunda-feira, 7 de julho de 2014
O PT quer a taça só pra ele
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sábado, 5 de julho de 2014
A ditadura do futebol e o abafamento da realidade
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Os profissionais da indignação seletiva
A revista Forum é uma das publicações que servem ao governo desde que o PT alcançou o poder. Neste número que está nas bancas é possível ver como funciona a indignação seletiva desses meios de comunicação governista para mascarar objetivos que tem mais a ver com propaganda política do que com jornalismo. Nesta edição, eles publicam uma matéria sobre a anunciada aposentadoria política do senador José Sarney que, como todos sabem, é aliado do governo do PT desde a campanha eleitoral de Lula de 2002. Sarney foi um dos políticos que mais ajudou Lula a vencer sua primeira eleição e também deu apoio na reeleição e depois na eleição de Dilma Rousseff, não sem garantir nesses 12 anos uma valiosa cota de cargos no governo, entre eles o precioso Ministério da Energia, que sempre foi dele.
A revista governista mostra nessa matéria sobre Sarney uma interessante variação da indignação seletiva, que não se restringe a atacar ou não um político. Nesta indignação controlada também existem graus que influem no contexto de uma denúncia. Dessa forma, eles até falam na matéria sobre o férreo controle político do clã Sarney há décadas no Maranhão. Citam inclusive a dinheirama que a Polícia Federal encontrou em março de 2002 em um escritório de Roseana Sarney e seu marido, Jorge Murad. Na época, descobriram R$ 1,3 milhão em notas de cinquenta reais, o que destruiu as pretensões presidenciais de Roseana, que estava à frente nas pesquisas eleitorais.
A matéria da Forum faz um retrospecto da carreira política de Sarney e seu imenso poder, que vem desde sua colaboração com a ditadura militar. É um político que sempre esteve escorado em algum governo e fazendo uso dos cofres públicos. Porém, a revista governista não traz a informação essencial sobre a sustentação deste poder, que é a estreita relação política do senador nesses últimos 12 anos com o governo do PT. Qualquer texto sobre a carreira política de José Sarney tem que ter como base a sustentação mútua entre ele e o PT, sem a qual provavelmente ele seria hoje um político do baixo clero e talvez tivesse até sido preso.
A ligação dele com o governo petista é ainda mais importante como informação numa matéria desta porque é preciso levar em conta que o ataque ao poder político de Sarney sempre foi um elemento essencial na pauta do PT antes da primeira eleição de Lula. A denúncia de oligarquias como a do cacique político maranhense teve um peso eleitoral no crescimento do PT, contribuindo afinal na vitória de Lula para presidente da República. Foi com este discurso que os petistas ganharam a confiança de uma ampla parcela do eleitorado que desejava ver o país livre do domínio nefasto desse tipo de político.
No entanto, na matéria da Forum não entrou a relação muito próxima — até fraterna — entre Lula e Sarney, com a poderosa participação de seu grupo político no governo do PT. É a demonstração prática da técnica da indignação seletiva, uma manipulação que até em matérias de denúncia exige uma seleção no conteúdo do texto, com o corte criterioso de qualquer fato que possa afetar o governo, mesmo que a informação eliminada seja essencial na compreensão histórica do assunto. Nesse tipo de jornalismo a submissão ao poder está sempre acima do respeito ao leitor.
Na internet costumam aparecer uns rastros estranhos. Fiz o texto acima sobre a matéria da revista governista Forum sobre o senador José Sarney, um material manipulado que evita qualquer menção à parceria dele com o governo do PT. É claro que o texto da Forum deve ter sido bastante discutido por altas esferas antes da publicação. Pois vejam o que notei no endereço da reportagem na internet. Está mais para um aviso do que identificação de matéria. Vejam na imagem e no link que publico novamente. O texto é este: http://www.revistaforum.com.br/digital/153/degringolada-imperio-sarney23-nao-editar-ainda/. Muito interessante este "nao-editar-ainda". É de suspeitar que a redação estava à espera da aprovação de alguém muito poderoso.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
Um dia qualquer num ônibus do Alabama
Neste 2 de julho é comemorado nos Estados Unidos o dia da instituição da Lei de Direitos Civis, que pôs fim à discriminação racial. A lei completa 50 anos. Ela foi assinada em 1964 por Lyndon B. Johnson, mas o trabalho para que fosse alcançada começou muito antes e teve um impulso importante na atitude de uma mulher, em 1955, no Alabama, um dos estados americanos mais racistas naquele tempo. Foi algo que hoje pode ser visto como muito simples, mas que era de uma complicação danada naquela época: um negro recusar-se a dar seu assento a um passageiro branco. Este era o costume. Estando ocupados nos ônibus todo os bancos reservados aos brancos, os negros deviam ceder o lugar. No dia 1 de dezembro de 1955, em Montgomery, Rosa Parks (1913-2005) recusou-se a fazer isso. Junto com o marido, Raymond Parks, ela já era membro da Associação Nacional Para o Desenvolvimento das Pessoas de Cor (NAACP, na sigla em inglês). A associação existia desde 1909. Foi depois de participar de um seminário da associação que ela tomou esta atitude histórica.
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terça-feira, 1 de julho de 2014
O mito em xeque
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segunda-feira, 30 de junho de 2014
Regime de camisa de força
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sexta-feira, 27 de junho de 2014
Piração no Paraná
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terça-feira, 24 de junho de 2014
Já vai tarde
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Quiproquó na direita
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