quarta-feira, 29 de junho de 2016
A face humana de Gleisi Hoffmann
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sexta-feira, 17 de junho de 2016
Calamidade, o estado do Rio
A decretação de estado de calamidade pública pelo governo do Rio de Janeiro a dois meses da abertura dos Jogos Olímpicos tem todos os ingredientes da irresponsabilidade e incompetência do governo do PT, a começar da própria realização do evento esportivo aqui. Não faltaram avisos de muita gente sobre as dificuldades financeiras e estruturais que isso podia ser para o Brasil. E quem condenava a falta de bom senso do então presidente Lula em trazer os jogos para o Brasil nem podia prever os problemas com a mosquito aedes aegypti e suas doenças. Porém, fazer a Olimpíada no Brasil era um lance eleitoreiro do qual Lula não podia abrir mão, assim como foi com a Copa do Mundo, outro evento que o país não tinha capacidade de arcar.
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terça-feira, 7 de junho de 2016
A verba fácil da militância da TV Brasil e da blogosfera petista
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sexta-feira, 3 de junho de 2016
O PT sempre na contramão do bom senso e da democracia
A atitude do ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, que abandonou na noite desta quinta-feira a sessão da Comissão Processante do impeachment no Senado, mostra o que virá por aí se os petistas acreditarem que não há jeito de reverter a queda de Dilma Rousseff. Vão tentar "melar" o processo de impeachment. Já apontei várias vezes contradições na, digamos assim, estratégia de defesa do governo Dilma e do PT para enfrentar esta crise política. A defesa desenvolvida até agora não contempla uma estratégia que preserve o partido do que está em andamento. Nesta defesa, o PT está colado ao governo de tal forma que corre o risco da inviabilização de seu futuro, independente do resultado da votação do impeachment. E no caso de Dilma, toda a defesa é feita num bate-cabeças que parece de grêmio estudantil. Não à toa, a base política da defesa do governo no Senado está sob o comando dos senadores Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e Vanessa Grazziotin, todos os três com origem política no PCdoB, onde fizeram a cabeça na juventude. No Senado, assim como fizeram na Câmara, a condução é tão despropositada e agressiva que depois de terminado o processo no Legislativo os políticos petistas terão dificuldade até de encontrar companhia para um bate papo no cafézinho do Congresso.
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quarta-feira, 1 de junho de 2016
Um golpe como nunca se viu
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Trabalhando para pagar imposto
Como o pessoal gosta de destacar datas, lembro que este 1° de junho marca os 153 dias do ano que o brasileiro trabalha só para pagar tributos. São cinco meses e um dia, conforme levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). É claro que é uma média, além do fato do estudo utilizar uma metodologia que abarca três faixas salariais: de até R$ 3.000,00 (classe baixa), de R$ 3.000,00 a R$ 10.000,00 (classe média) e acima a de R$ 10.000,00 (classe alta). Ainda segundo o IBPT, o brasileiro é obrigado a destinar 41,80% do seu rendimento bruto para uma diversidade de tributos, que vem aumentando nos últimos anos. Em 1996, o número de dias trabalhados só para pagar imposto era de 100 dias. Em 2006, era de 145 dias, até os atuais 153 dias.
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Refrescando a memória de Dilma
Os depoimentos do empreiteiro Marcelo Odebrecht, agora que ele assinou delação premiada na Lava jato, vão servir para refrescar a memória da presidente afastada Dilma Rousseff. Em entrevista à Folha de S. Paulo, na semana passada, quando foi questionada sobre encontros que manteve com Marcelo Odebrecht, ela disse o seguinte: “Eu não recebi nunca o Marcelo no [Palácio da] Alvorada. No Planalto, eu não me lembro”. Era mentira dela e logo uma verificação feita pelo jornalista Josias de Souza nos arquivos arquivos eletrônicos do Planalto mostrou que Dilma recebera o dono da Odebrecht pelo menos quatro vezes desde que virou presidente. Isso oficialmente, é claro. Duas dessas visitas do empreiteiro foram no Palácio da Alvorada, a casa dela. Se encontraram em 2014, ano de campanha para reeleição. No Palácio do Planalto o empreiteiro teve duas audiências com a presidente, ambas em 2013.
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Os apuros de Lula
Já faz tempo que até virou piada aquele velho papo do ex-presidente Lula, que a cada escândalo repetia que não sabia de nada. É óbvio que ele sempre esteve por dentro do que acontecia, a menos que fosse um idiota. Lula sabia de tudo e os brasileiros não tinham dúvida disso. O que faltava eram as comprovações de sua participação nos esquemas, o que foi aparecendo nas delações, em áudios vazados ou liberados pela Justiça e nas demais etapas da investigação. O que veio a público até agora deve ser uma parcela pequena do que foi descoberto pelo Ministério Público, no entanto o que foi divulgado já demonstra que o chefão do PT não só estava a par de tudo como tinha um evidente poder no encaminhamento das negociatas.
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sábado, 28 de maio de 2016
Lula, o poderoso chefão que virou piada
Nas conversas que vem sendo divulgadas vai caindo cada vez mais a respeitabilidade de Lula. E olha que ainda tem chão para furar neste poço da decadência. Mas nem é preciso cavoucar mais. Como diz o ex-presidente José Sarney em um dos áudios divulgados nos últimos dias, "o Lula acabou, o Lula, coitado, deve estar numa depressão". Quando ouço essas coisas, dá ainda mais vontade de rir do que Lula ainda consegue plantar na imprensa sobre seu retorno em 2018, que ele ainda parece pensar que mete medo. Nesse mesmo papo com o delator Sérgio Machado, Sarney comenta que soube que Lula tem chorado muito. Ele está com os olhos inchados", ele diz. E não faltam motivos para que Lula chore bastante. Sua imagem na história brasileira foi destruída. E para aumentar seu transtorno a tremenda derrocada elevará naturalmente Fernando Henrique Cardoso, o adversário com o qual ele mantém uma relação psicológica de ódio e uma inveja que não consegue esconder. Nem é preciso ocorrer coisas piores com Lula — o que virá, com certeza. Com o que aconteceu até aqui, no pós-ditadura só sobrou Fernando Henrique como ex-presidente que ainda merece respeito. Sem falar, é claro, em Itamar Franco, que ocupou o cargo numa condição muito especial.
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sexta-feira, 27 de maio de 2016
Impunidade defasada
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terça-feira, 24 de maio de 2016
A modéstia de Michel Temer
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sexta-feira, 20 de maio de 2016
Glenn Greenwald: assumindo a militância
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O STF, a "pílula anticâncer" e o país dos milagreiros
Afinal o Supremo Tribunal Federal suspendeu a lei que autorizou a chamada "pílula anticâncer". É preciso dizer que a medida ocorreu em função de Ação Direta de Inconstitucionalidade, movida pela Associação Médica Brasileira. A suspensão da lei era uma questão de bom senso, mas a verdade é que ela passou pela Câmara, pelo Senado e ainda foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Nenhum desses poderes atendeu aos apelos de especialistas e de gente que lida de perto com a doença, que alertavam inclusive sobre os riscos sociais em torno dessa pílula, que vinha sendo divulgada como remédio milagroso.
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quinta-feira, 19 de maio de 2016
Herança mais que maldita
O grande mistério atualmente é o rombo orçamentário para 2016 deixado por Dilma Rousseff. A conta ainda está sendo feita e pelo andar dos números dá até medo de seu fechamento. O PT surpreendeu de novo, mesmo sendo o partido do qual estamos acostumados a esperar o pior. A equipe de Michel Temer falava na semana passada em 150 bilhões de reais, que depois foi para 160 bilhões e agora o cálculo está em 200 bilhões. O banco Bradesco afirma que o rombo pode chegar a 276 bilhões de reais. Tem gente que diz que vai avançar para além dos 300 bilhões. Economistas nomeados por Temer estão debruçados sobre os números, trabalhando com muita dificuldade porque Dilma fez a sabotagem de não deixar dados quando foi afastada. Não há nada registrado em computadores.
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quarta-feira, 18 de maio de 2016
Partido ruim da cabeça
Na resolução que saiu de seu primeiro encontro depois do afastamento de Dilma Rousseff, o PT optou por fazer a autocrítica dos outros. É mais ou menos no estilo de antigos partidos comunistas, que pegavam militantes que não colaboravam com a cúpula partidária e diziam ao dissidente: "vamos fazer sua autocrítica". A resolução petista revela um quadro psicológico grave, de um partido com sério alheamento da realidade e um total desconhecimento da própria queda. Lembra o sujeito caindo do edifício que, ali pelo sexto andar, ainda diz: “até aqui tudo bem”.
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quarta-feira, 11 de maio de 2016
O PT em busca de ocupação
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terça-feira, 10 de maio de 2016
Trapaças petistas
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