O presidente Michel Temer foi sempre um político de bastidores, extraindo sua força política do controle interno do partido e do jogo político praticado fora dos olhos do público, entre as paredes no Congresso Nacional e noutras casas legislativas. É nisso que ele prospera, conforme demonstra sua carreira política, incluindo o cargo de presidente da República, conquistado exatamente pela sua habilidade em lidar com a classe política.terça-feira, 14 de março de 2017
O bode na sala abrindo espaço para a esquerda
O presidente Michel Temer foi sempre um político de bastidores, extraindo sua força política do controle interno do partido e do jogo político praticado fora dos olhos do público, entre as paredes no Congresso Nacional e noutras casas legislativas. É nisso que ele prospera, conforme demonstra sua carreira política, incluindo o cargo de presidente da República, conquistado exatamente pela sua habilidade em lidar com a classe política.
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Brasil, o país da falta de foco
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Leandro Karnal, suas dificuldades de comunicação e os seguidores intratáveis
O desfecho da divulgação do jantar de Leandro Karnal com o juiz federal Sérgio Moro pegou mal para o professor de filosofia. Depois de ter sua página de Facebook invadida por esquerdistas raivosos e ansiosos por uma chance de provar para si mesmos sua utilidade política, ele apagou o post do jantar com Moro. Não sei como Kant explicaria isso, mas, no popular, o cara amarelou. E no texto em que explica o caso, ele ainda fez uma autocrítica que passa também por confissão de incapacidade para compreender que a subjetividade em comunicação pode resultar em encrenca braba. Ainda mais nesses tempos estranhos, em que até quando somos muito claros levamos cacetadas por coisas que nunca chegamos a pensar, quanto mais escrever.
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domingo, 12 de março de 2017
Leandro Karnal, Sérgio Moro e a birra petista
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quinta-feira, 9 de março de 2017
Demagogia não é política pública
Os brasileiros, mesmo os que são mais inteligentes e melhor informados, relacionam-se com os políticos de uma maneira que pode ser definida como próxima de um tipo de esquizofrenia. Ora, todo mundo sabe o nível baixo dos nossos políticos e cada um de nós tem plena consciência da má qualidade principalmente dos que são eleitos para cargos executivos. Nem é preciso se alongar sobre isso. A comprovação está neste país falido em todos os aspectos e em estados e municípios com dificuldades para honrar os compromissos financeiros básicos e que mal dão conta das obrigações corriqueiras.
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Temer na linha da cassação
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sexta-feira, 3 de março de 2017
O PT e a demolição de seus quadros qualificados
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Falta de sintonia na hora do aperto
O PT está batendo cabeças já há algum tempo. E isso é normal depois de tanta sujeira ser descoberta. Com o cerco da polícia se apertando, mesmo grandes quadrilhas costumam se desfazer, no atropelo da busca da fuga a qualquer preço. Parece que os maiorais petistas estão assim. Está impossível manter uma unidade política, com uma defesa jurídica em que não haja contradições. É claro que as prisões preventivas estão aí para isso mesmo e também é pelo mesmo motivo que são muito combatidas pelo PT e seus aliados de ocasião, gente graúda do meio jurídico e até do STF dando uma mãozinha na desqualificação desse instrumento essencial no combate à corrupção. Sem alguns maiorais do esquema na cadeia ficaria difícil o trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. É provável que eles já tivessem juntado forças na criação de uma história convincente para se safarem.
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sábado, 25 de fevereiro de 2017
O goleiro Bruno e as premissas das punições sem rigor
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Doria, o prefeito que não sai de cena
O prefeito João Doria é profissional antigo de comunicação, expert no estilo que entremeia propaganda com jornalismo, que não é do meu gosto, mas que, enfim, tem uma penetração cujo resultado está aí, com sua eleição. Doria sabe fazer isso muito bem, com a vantagem de ser ele mesmo que vai para a frente das câmaras. E faz isso com grande competência. Sendo assim, o prefeito paulistano deve estar sabendo o que faz. Mas sua estratégia política e de comunicação vem explorando uma excessiva exposição dele próprio, de um jeito que amplia as expectativas da população. Logo vai chegar o momento que, por mais que Doria realize coisas boas, ainda vai haver muito paulista que pode achar que é pouco. Expondo-se demais, por melhor que seja o pudim o sabor ficará aquém da expectativa. E o forno das nossas prefeituras, qualquer uma delas, não é grande coisa.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2017
Ingratidão petista

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Trump e sua diplomacia da truculência
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
O horror das cadeias metendo medo na elite corrupta
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
A didática da derrota
Foi de um didatismo exemplar o discurso de Meryl Streep, durante a entrega do Globo de Ouro, ela que é uma das poucas artistas americanas que pode de fato ser chamada de atriz. Aqui no Brasil, nós fomos pegos praticamente de surpresa pela eleição de Donald Trump porque não pudemos acompanhar a reação no dia-a-dia dos americanos a atitudes como a da atriz, em seu discurso composto de algumas verdades indiscutíveis, mas totalmente fora de propósito e inclusive de lugar.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Banalidades em primeiro plano
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domingo, 8 de janeiro de 2017
Vidas no fogo cruzado
Foram tantas mortes nas últimas semanas e ocorridas de forma tão horrorosa que passou quase desapercebida a morte a tiros de duas pessoas no dia 2 de janeiro em Assunção, no Paraguai. Para mim, este crime tem muito a ver com a condição da maioria dos brasileiros, nós que estamos totalmente de fora da bandidagem. O fato é que acabamos todos no meio do fogo cruzado criado pelo caos na segurança pública, de responsabilidade dos nossos vereadores, prefeitos, governadores, deputados, senadores e do presidente da República. Nesta situação, uma pequena desatenção ou às vezes apenas o fato de estar casualmente no lugar errado pode ser fatal.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Quod erat demonstrandum
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O país de acidentes que explodem por todo lado
As autoridades brasileiras não se mancam que não está colando o espanto fingido com o massacre no presídio de Manaus? Parece que não. Nesta quinta-feira, o presidente Michel Temer falou sobre o assunto como se tivesse pisado sem querer em alguma sujeira. Foi a primeira vez que falou sobre o horror amazonense, cinco dias depois de todos os brasileiros saberem da notícia na passagem do ano. Como todos sabem, até o papa se tocou da dimensão do horror e deu de imediato sua opinião, mas o Temer é assim, bastante lerdo, a não ser para tocar reformas que atendem seu verdadeiro público-alvo, que evidentemente não é o brasileiro comum.
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