O ex-deputado Eduardo Cunha teve negado pelo STF nesta terça-feira um pedido de liberdade. A decisão da segunda turma do STF teve quórum reduzido. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello não participaram da sessão por motivo de saúde. Edson Fachin e Dias Toffoli votaram contra o pedido de Cunha. Gilmar Mendes votou a favor. O ministro Fachin, que é relator da Lava-Jato, falou da gravidade “concreta” das denúncias contra o deputado e apontou sua “especial periculosidade”. Fatos também muito concretos confirmam a opinião do ministro. Cunha é um dos políticos mais perigosos da atualidade, com capacidade de articulação e poder que poderiam servir para atrapalhar bastante o trabalho que está sendo feito contra a corrupção. Com tipos como ele vale repetir o que costuma ser dito em programas policiais: solto, este homem é um risco grave para a sociedade.quinta-feira, 30 de novembro de 2017
STF, Eduardo Cunha, Gilmar Mendes e outras instâncias
O ex-deputado Eduardo Cunha teve negado pelo STF nesta terça-feira um pedido de liberdade. A decisão da segunda turma do STF teve quórum reduzido. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello não participaram da sessão por motivo de saúde. Edson Fachin e Dias Toffoli votaram contra o pedido de Cunha. Gilmar Mendes votou a favor. O ministro Fachin, que é relator da Lava-Jato, falou da gravidade “concreta” das denúncias contra o deputado e apontou sua “especial periculosidade”. Fatos também muito concretos confirmam a opinião do ministro. Cunha é um dos políticos mais perigosos da atualidade, com capacidade de articulação e poder que poderiam servir para atrapalhar bastante o trabalho que está sendo feito contra a corrupção. Com tipos como ele vale repetir o que costuma ser dito em programas policiais: solto, este homem é um risco grave para a sociedade.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017
O sumiço do submarino e a corrupção nas Forças Armadas da Argentina
O jornal La Nación fez uma boa cobertura neste domingo sobre o desaparecimento do submarino ARA San Juan, tendo como centro uma reportagem de denúncia de irregularidades na compra de baterias do submarino. Há 12 dias o submarino desapareceu com 44 tripulantes nas águas do Atlântico. O jornal argentino diz que uma investigação do Ministério da Defesa já havia concluído que houve direcionamento na compra para beneficiar determinadas empresas e neste processo o serviço de reparos da embarcação militar acabou sendo de má qualidade. A investigação se desenvolveu entre 2015 e 2016. O jornal teve acesso exclusivo a documentos oficiais sobre o caso. Duas empresas são citadas como beneficiárias do negócio: Hawker Gmbh y Ferrostaal AG.
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017
sábado, 11 de novembro de 2017
William Waack em livro: pela inteligência e contra o racismo
William Waack é autor de um dos livros mais interessantes já publicados sobre a história brasileira, “As duas faces da glória”, trabalho com pesquisa cuidadosa e bem escrito sobre um período de máxima importância para o nosso país — o da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, com a Força Expedicionária Brasileira, a FEB, na Itália. O jornalista da Rede Globo, que agora é tachado como racista nesta lamentável algazarra digital, foi atrás do assunto e fez uma obra que além de trazer com bastante fundamento a nobre história desses homens valorosos é muito saboroso de ler. Além de escrever bem, ele sabe destacar detalhes interessantes do convívio humano, inclusive com histórias ligeiras e até divertidas, que servem como referência para contextualizar o sentido mais amplo do tema de seu livro.
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William Waack: bola da vez na algazarra digital
A Rede Globo podia fazer um bom serviço ao país, não cedendo ao justiçamento rotineiro que ocorre nas redes sociais, do politicamente correto e da má-fé dos interesses políticos, partidários, servindo até para o fortalecimento interpares em grupelhos do que se chama agora de “ativistas”. Como todo mundo sabe, a vítima do momento é William Waack, um dos mais preparados profissionais do jornalismo brasileiro. Até lamento que ele esteja esses anos todos na televisão, porque é um dos melhores na palavra escrita, com amplo conhecimento em um assunto no qual o Brasil vai ficando cada vez mais carente, que é a área internacional do jornalismo. Sendo uma terra de paradoxos, no Brasil não podia faltar mais este: na época em que tudo de mais importante e influente é o conhecimento globalizado, morre o nosso jornalismo internacional.
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Presente de Papai Noel para corruptos
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terça-feira, 7 de novembro de 2017
O tarado Tariq Ramadan e as ameaças ao Charlie Hebdo
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terça-feira, 31 de outubro de 2017
Caetano Veloso e seus companheiros libertários
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017
O bate-boca de Gilmar Mendes e Barroso e lembranças de um passado recente
O falecido Ivan Lessa, grande jornalista brasileiro, um dos criadores do semanário O Pasquim, é autor de uma frase que diz que “de dez em dez anos o brasileiro esquece os últimos dez anos”. Isso já era muito ruim na época da criação da frase, no final dos anos 70, quando o país já queimava neurônios. Um lugar sem memória resulta sempre em precariedade política e cultural, que no geral abre espaço para o pior, especialmente para as trapaças da política. Não foi à toa que chegamos a essa situação trágica atual, da qual não se vê perspectiva de saída.
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Lula e a culpa do poste
Quem ainda defende Dilma Rousseff, que se prepare, porque parece que para Lula seu governo subiu no telhado feito o gato da anedota. O ex-presidente já começa a colocar a culpa em sua sucessora pelo insucesso do projeto petista de poder. Bem, para quem até já estabeleceu como estratégia de defesa jurídica botar a culpa na falecida mulher, Marisa Letícia, até que demorou em apontar o dedo para seu poste. O assunto entrou na pauta de Lula em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, publicada no último domingo.
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Temer: um governo que é o que lhe parece
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Bolsonaro ao natural
O jornalista Claudio Dantas, do site O Antagonista, fez uma boa entrevista com o deputado Jair Bolsonaro, que permite compreender bem o nível do pré-candidato. Como Bolsonaro anda bastante ocupado fazendo campanha eleitoral fora do prazo legal, Dantas teve que colar nele a partir das cinco horas da manhã, acompanhando-o numa visita a Uberlândia. A entrevista foi se desenvolvendo durante o deslocamento do deputado até Minas Gerais, o que acabou resultando num formato de reportagem e deu naturalidade ao diálogo entre o jornalista e o político.
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quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Defesa de Lula investe na comunicação
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Caio Blinder sai da Jovem Pan: a imprensa brasileira perde mais qualidade
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Aécio Neves leva vantagem e leva também o PSDB para o buraco
Existe a "Vitória de Pirro" — que todo mundo sabe o que é — e existe a vitória do senador Aécio Neves. Precisamos achar um nome para isso, principalmente pelo efeito desta "vitória" em seu partido, o PSDB. Os tucanos, no geral, precisam ter garantido um bom lucro nas transações do senador mineiro, senão terão que passar por idiotas por terem jogado seu partido definitivamente no buraco depois da votação de ontem no Senado.
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Danilo Gentili: a crítica do crítico
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