segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Battisti: o protegido de Lula enfim presta contas à Justiça da Itália
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
General Mourão e seu aval de pai coruja
É tão absurda a resposta do general Hamilton Mourão sobre a nomeação de seu filho para um cargo no Banco do Brasil, que na primeira olhada pode-se pensar em alguma piada de adversários, nesses memes com ataques políticos compartilhados nas redes sociais. Parece fake news criada para complicar o governo de Jair Bolsonaro, mas foi mesmo postada no Twitter por seu vice. Mourão justifica a nomeação com a alegação de que foi por merecimento profissional de seu filho. Para a piada ficar completa, ele afirma o seguinte: “Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados”.
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Vem aí a TV do Bolsonaro
Os bolsonaristas que assumem como missão a defesa do governo que se preparem para responder por mais um recuo do presidente Jair Bolsonaro. A Empresa Brasil de Comunicação, a EBC, mais conhecida como "TV do Lula", não será extinta. Seu fechamento era uma proposta importante da campanha de Bolsonaro. Quem defendeu a candidatura dele sabe muito bem disso, pois deve ter compartilhado muito material bolsonarista lascando o sarrafo nos gastos com a "TV do Lula". A EBC tem 2025 funcionários e custa R$ 680 milhões de reais anuais aos contribuintes.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Nomeação do filho do general Mourão: o erro crasso do governo Bolsonaro
A extraordinária ascensão do filho do general Hamilton Mourão é o tal do erro sem volta, porque mesmo se for anulada sua promoção para um cargo no Banco do Brasil que fez seu salário saltar de 12 mil reais para 36 mil reais, a decisão não consertará o essencial, que é a quebra do conceito de honestidade. Com o governo Bolsonaro tão cercado de suspeitas — que atingem até o próprio presidente e sua mulher, com a história mal contada do alegado empréstimo ao famoso amigo Queiróz — sobrava o general Mourão como figura inatacável.
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POR José Pires
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Paulo Guedes, Onyx Lorenzoni e seus desmentidos
A revista Crusoé, do pessoal do site O Antagonista, publicou nesses dias a informação de que numa conversa pouco antes do Natal com pessoas ligadas ao mercado financeiro, o ministro Paulo Guedes disse que era a favor de que Onyx Lorenzoni saísse do governo. Segundo a Crusoé, Guedes disse que “se Onyx Lorenzoni não cair em 90 dias, o governo terá muita dificuldade para aprovar projetos da área econômica”. Reparem que é exatamente o número de dias que o próprio Guedes tem para apresentar medidas práticas e aprovadas pelos parlamentares, senão começarão a achar que ele é que tem que sair.
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Ciro Gomes e um assunto difícil
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
O "Escola sem partido" subiu no telhado
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sábado, 5 de janeiro de 2019
Bolsonaro: o problema não é tirar, mas ter o que por no lugar
Já começa a ocorrer o que seria inevitável para conter o açodamento do governo que está começando: o tal “choque da realidade”. Em reunião ministerial nesta quinta-feira, ficou claro que nem todos os ministros seguirão a regra de demissão geral de comissionados da gestão anterior. Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil, era um dos mais animados com a proposta, até porque viu nisso a chance de criar factóides com a conversa sobre a tal “despetização”. Ora, o presidente Jair Bolsonaro não pegou o governo das mãos do PT. A faixa foi entregue por Michel Temer, que não ficou pouco tempo no cargo. Foram mais de dois anos. Portanto, os cargos comissionados eram dele e não de Dilma Rousseff ou de Lula.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
No final, o Temer de todo o tempo
Michel Temer fechou o governo de acordo com seu estilo, com a nomeação de Carlos Marun para exercer a função de conselheiro da Itaipu Binacional. Sua exoneração da Secretaria de Governo e a nomeação saíram no último "Diário Oficial da União" do governo Temer, nesta segunda-feira, dia 31. Marun se elegeu deputado federal pelo MDB do Mato Grosso do Sul em 2014. Licenciado para ser ministro, não disputou eleição em 2018. Ficará até 2020 na boca arranjada por Temer na Itaipu Nacional. O salário está entre R$ 20 mil e R$ 25 mil. O Conselho de Administração realizará seis reuniões anuais. Claro que na prática Marun permanecerá trabalhando por Temer em Brasília e sabe-se lá onde mais. Sem ironia, ressalte-se que a desfaçatez pelo menos firma um estilo. É a consagração de uma marca política.
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A caneta e o que sai dela
Na verdade, não tem importância alguma qual é a marca da caneta de um presidente da República, mas o que ela assina. Jair Bolsonaro poderia usar sua caneta esferográfica, por exemplo, para despachar uma ordem revogando a nomeação do ex-ministro Carlos Marun para o conselho de administração da Itaipu Binacional. Aliado de Michel Temer e membro influente de seu governo, Marun foi nomeado pelo então presidente no último dia do mandato presidencial. Receberá R$ 27 mil mensais para participar de uma reunião a cada dois meses.
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Uma era de novas de atrapalhações
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
A família Bolsonaro e o inseparável Queiroz
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
Embaixador francês nos EUA põe Bolsonaro em seu devido lugar
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
Bolsonaro, um complicador para ele mesmo
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O sincrético Jair Bolsonaro e o imbróglio das imagens sacras do Alvorada
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Governo Bolsonaro: batalhas no Twitter e muita perda de tempo
ministro de Bolsonaro: “Ernesto nos convidou”.
Foto de Valter Campanato, Agência Brasil
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
O A1-5 nos seus cinquenta anos: muito além da memória
Nesta semana tivemos o aniversário do Ato Institucional nº 5, o famoso AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do general Artur da Costa e Silva, segundo ditador depois do golpe de 1964, que sucedeu ao marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, líder do movimento militar que derrubou o presidente João Goulart e o primeiro militar a ocupar a presidência. O AI-5 vigorou até dezembro de 1978 e foi determinante na vida brasileira. Na sua origem, o ato institucional tem a marca da intolerância com a independência do Legislativo e a liberdade de expressão. Os pretextos foram um discurso do então deputado Márcio Moreira Alves e uma série de artigos do jornalista e deputado Hermano Alves, publicados no diário Correio da Manhã, já extinto. De saída, 11 parlamentares foram cassados no mesmo mês, entre eles os dois deputados. Uma semana antes do AI-5 o Correio da Manhã tivera sua sede explodida por um atentado terrorista..........................
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