quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
Bolsonaro falha na primeira grande tarefa internacional
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Olavo de Carvalho: professor e discípulos em sintonia de linguagem
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Esquerda e direita, na mesma toada contra e a favor da Rede Globo
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sábado, 19 de janeiro de 2019
Olavo de Carvalho e governo Bolsonaro: uma relação em discussão
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Olavo de Carvalho e a caravana bolsonarista para a China comunista
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Flavio Bolsonaro e Queiróz, a volta da dupla que encrencou o governo Bolsonaro
O pedido de suspensão da investigação sobre Fabrício Queiroz, feito por Flávio Bolsonaro, é o tipo de defesa desastrosa tanto para Flávio Bolsonaro quanto para seu pai, o presidente Jair Bolsonaro. O pedido foi feito nesta quarta-feira ao STF e atendido no mesmo dia pelo ministro Luiz Fux. A solicitude deve acabar com a vontade de qualquer membro da família Bolsonaro de mandar um soldado e um cabo até a mais alta Corte do país.
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
As relações misteriosas entre Maduro e PT
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Battisti: o protegido de Lula enfim presta contas à Justiça da Itália
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
General Mourão e seu aval de pai coruja
É tão absurda a resposta do general Hamilton Mourão sobre a nomeação de seu filho para um cargo no Banco do Brasil, que na primeira olhada pode-se pensar em alguma piada de adversários, nesses memes com ataques políticos compartilhados nas redes sociais. Parece fake news criada para complicar o governo de Jair Bolsonaro, mas foi mesmo postada no Twitter por seu vice. Mourão justifica a nomeação com a alegação de que foi por merecimento profissional de seu filho. Para a piada ficar completa, ele afirma o seguinte: “Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados”.
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Vem aí a TV do Bolsonaro
Os bolsonaristas que assumem como missão a defesa do governo que se preparem para responder por mais um recuo do presidente Jair Bolsonaro. A Empresa Brasil de Comunicação, a EBC, mais conhecida como "TV do Lula", não será extinta. Seu fechamento era uma proposta importante da campanha de Bolsonaro. Quem defendeu a candidatura dele sabe muito bem disso, pois deve ter compartilhado muito material bolsonarista lascando o sarrafo nos gastos com a "TV do Lula". A EBC tem 2025 funcionários e custa R$ 680 milhões de reais anuais aos contribuintes.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Nomeação do filho do general Mourão: o erro crasso do governo Bolsonaro
A extraordinária ascensão do filho do general Hamilton Mourão é o tal do erro sem volta, porque mesmo se for anulada sua promoção para um cargo no Banco do Brasil que fez seu salário saltar de 12 mil reais para 36 mil reais, a decisão não consertará o essencial, que é a quebra do conceito de honestidade. Com o governo Bolsonaro tão cercado de suspeitas — que atingem até o próprio presidente e sua mulher, com a história mal contada do alegado empréstimo ao famoso amigo Queiróz — sobrava o general Mourão como figura inatacável.
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POR José Pires
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Paulo Guedes, Onyx Lorenzoni e seus desmentidos
A revista Crusoé, do pessoal do site O Antagonista, publicou nesses dias a informação de que numa conversa pouco antes do Natal com pessoas ligadas ao mercado financeiro, o ministro Paulo Guedes disse que era a favor de que Onyx Lorenzoni saísse do governo. Segundo a Crusoé, Guedes disse que “se Onyx Lorenzoni não cair em 90 dias, o governo terá muita dificuldade para aprovar projetos da área econômica”. Reparem que é exatamente o número de dias que o próprio Guedes tem para apresentar medidas práticas e aprovadas pelos parlamentares, senão começarão a achar que ele é que tem que sair.
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Ciro Gomes e um assunto difícil
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
O "Escola sem partido" subiu no telhado
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sábado, 5 de janeiro de 2019
Bolsonaro: o problema não é tirar, mas ter o que por no lugar
Já começa a ocorrer o que seria inevitável para conter o açodamento do governo que está começando: o tal “choque da realidade”. Em reunião ministerial nesta quinta-feira, ficou claro que nem todos os ministros seguirão a regra de demissão geral de comissionados da gestão anterior. Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil, era um dos mais animados com a proposta, até porque viu nisso a chance de criar factóides com a conversa sobre a tal “despetização”. Ora, o presidente Jair Bolsonaro não pegou o governo das mãos do PT. A faixa foi entregue por Michel Temer, que não ficou pouco tempo no cargo. Foram mais de dois anos. Portanto, os cargos comissionados eram dele e não de Dilma Rousseff ou de Lula.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
No final, o Temer de todo o tempo
Michel Temer fechou o governo de acordo com seu estilo, com a nomeação de Carlos Marun para exercer a função de conselheiro da Itaipu Binacional. Sua exoneração da Secretaria de Governo e a nomeação saíram no último "Diário Oficial da União" do governo Temer, nesta segunda-feira, dia 31. Marun se elegeu deputado federal pelo MDB do Mato Grosso do Sul em 2014. Licenciado para ser ministro, não disputou eleição em 2018. Ficará até 2020 na boca arranjada por Temer na Itaipu Nacional. O salário está entre R$ 20 mil e R$ 25 mil. O Conselho de Administração realizará seis reuniões anuais. Claro que na prática Marun permanecerá trabalhando por Temer em Brasília e sabe-se lá onde mais. Sem ironia, ressalte-se que a desfaçatez pelo menos firma um estilo. É a consagração de uma marca política.
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A caneta e o que sai dela
Na verdade, não tem importância alguma qual é a marca da caneta de um presidente da República, mas o que ela assina. Jair Bolsonaro poderia usar sua caneta esferográfica, por exemplo, para despachar uma ordem revogando a nomeação do ex-ministro Carlos Marun para o conselho de administração da Itaipu Binacional. Aliado de Michel Temer e membro influente de seu governo, Marun foi nomeado pelo então presidente no último dia do mandato presidencial. Receberá R$ 27 mil mensais para participar de uma reunião a cada dois meses.
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Uma era de novas de atrapalhações
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
A família Bolsonaro e o inseparável Queiroz
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