
Talvez até no nível de uma fantasia infantil, algo não resolvido nos sonhos da meninez, mas sempre uma mera fantasia.
De qualquer forma, andando de farda por aí o ministro revela simbolicamente o estilhaçamento de uma fantasia brasileira, esta sim muito cara a nossa democracia, a de que o comando sobre nossas Forças Armadas é civil.
Bem, nunca houve dúvida sobre o comando da secretária de Estado norte-americana, esteja ela vestida de tailleur ou qualquer outra roupa. Já o ministro Jobim, mesmo vestido dos pés à cabeça como milico, sempre pairam as dúvidas sobre o que ele comanda de verdade.
A realidade no Haiti já mostra que não é a farda que melhor identifica uma voz de comando. Quem manda por lá agora é Hillary Clinton.
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POR José Pires
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