Gleisi Hoffmann tem uma grave dificuldade na escolha de companhias. Quando era ministra ela nomeou como assessor especial do gabinete da Casa Civil um político que foi preso sob a acusação de pedofilia. Ela levou o petista Eduardo Gaievski para trabalhar ao lado da sala da presidência da República. O assessor especial de Gleisi foi preso em agosto do ano passado depois de denunciado pelo abuso de meninas pobres na cidade onde ele foi prefeito eleito pelo PT. Ele continua na cadeia. Gleisi foi também parceira muito próxima de André Vargas, o deputado petista que caiu em desgraça depois da descoberta de suas relações com um doleiro preso pela Polícia Federal. Até ter de sair do PT, Vargas comandava a campanha de Gleisi para o governo do Paraná. O deputado paranaense, que teve sua cassação aprovada na última quarta-feira pelo Conselho de Ética da Câmara por onze votos a zero, é um legítimo produto político do grupo comandado pelo ministro Paulo Bernardo, marido da candidata. A política salvou o Paraná de um plano perigoso. O grupo petista pretendia eleger Vargas senador.
Gleisi Hoffmann precisa resolver esta dificuldade na escolha de parceiros. E se o eleitor paranaense tiver juízo, é melhor usar o voto para que ela vá fazer isso bem longe do governo do Paraná.
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POR José Pires
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Veja aqui Gleisi Hoffman defendendo Collor. A fala começa a partir de 3min.
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