
Desemprego sempre houve neste país que tem o hábito eterno de dizer que é o país do futuro, porém sem se ocupar seriamente em criar as bases para alicerçar sonhos que vão sempre muito além de suas pernas. E agora vale o chavão do cara que não pega no batente desde os tempos de sindicalista. Por obra do partido dele, nunca antes na história deste país o trabalhador se viu em tal desesperança, tamanha é a ruína em que o PT deixou a economia brasileira e a nossa infraestrura. Nos estados brasileiros o sinal de máximo perigo apita bem alto e acende repetidamente. Luz vermelha, é claro. Alguns estados já estão com dificuldade de pagar seus servidores. O problema já afeta a vida de 1,5 milhão de trabalhadores. Falta dinheiro, o investimento externo voou pra longe, empresas foram fechadas, a construção civil se retrai, as indústrias se acabam, numa destruição cometida por um partido que colocou em risco tudo que havia sido construído até agora. A perspectiva de alguma melhora só tem horizonte para daqui a dez anos e assim mesmo apenas para o país voltar a uma situação de relativa calmaria, sem qualquer avanço. Analistas mais rigorosos dão a esse tempo de àrduo esforço mais cinco ou dez anos.
É mesmo irônico que um partido que leva “Trabalhador” no nome venha a ter acabado com Dia do Trabalho — que ficou sem nenhum motivo de comemoração, um clima que infelizmente deve perdurar. Lula e seu partido lograram os brasileiros prometendo um país das maravilhas e acabaram fazendo uma obra dantesca. Falando nisso, o grande escritor Lewis Carrol, autor desse livro esplêndido que é “Alice, no país das maravilhas”, cria em uma das cenas da aventura da menina uma celebração maluca de um aniversário em todos os dias que não são a data de nascimento do homenageado. Ele chama a comemoração insólita de “desaniversário”. É isso que nos resta. Por obra do PT só teremos no Brasil daqui por diante e por um longo tempo o “Dia do Destrabalho”. E o triste é que serão todos os dias do ano, menos o 1º de Maio, ao qual o PT deu um fim amargo.
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POR José Pires
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