Vou
repassar uma fala dela publicada pelo jornal: "Brasil es un país
continental, no sólo tiene ferrocarriles. Y hay gente en Brasil que no
pueden moverse en avión. Queremos que todas las ciudades con más de
100.000 habitantes tengan acceso a un aeropuerto que esté a una
distancia máxima de 50 o 60 kilómetros del centro".
Estes
nossos dirigentes vão pra fora do país e soltam lorotas desse tipo. O
europeu que vê a presidente do Brasil falando em ”ferrocarriles” deve
pensar que o nosso país é todo cortado de ferrovias, facilitando a vida
do brasileiro que pode se locomover de trem com toda a tranquilidade
entre uma cidade e outra. E não temos esse tipo de transporte nem para
viagens entre as capitais. E nem vou me aprofundar no estado precário
das nossas rodovias, principalmente as que estão sob a administração do
governo federal, pois todo mundo já sabe como é que é.
Com
o partido de Dilma no poder há doze anos o Brasil está envolvido em um
caos na aviação civil. Viajar de avião hoje é um tormento para o
brasileiro e também um risco de vida. Aeroportos de regiões importantes
do país não possuem nem instrumentos básicos, como o ILS que serve para
orientar o avião durante a descida. Por isso ficam abertos só se o tempo
ajudar. E vem agora a presidente falar em 800 aeroportos novos. Não
soube de nenhum jornalista que tenha perguntado a ela se antes dos
oitocentos vão fazer funcionar os que já existem.
Como
Dilma já completou a metade de seu governo, ela terá de se apressar. A
conta é fácil. A segunda metade inteira não chega a 800 dias. Então ela
terá de queimar etapas para poder inaugurar pelo menos um aeroporto por
dia e tirar uns finais de semana para inaugurar pelo menos meia dúzia.
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POR José Pires
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