Até 1992, a deputada Rosário era integrante do Partido Comunista do Brasil, o notório PCdoB, partido que sempre quis fazer do Brasil um regime comunista. O PCdoB até pegou em armas – de 1967 a 1975 – organizando uma guerrilha no Pará, para a partir dali ir submetendo o nosso país a um comunismo do estilo chinês. Cabe lembrar que o PCdoB jamais aceitou a condenação dos crimes de Stalin, o que é um sinal do que eles fariam no Brasil caso alcançassem a vitória. Foi nesse ambiente político que Rosário fez sua cabeça.
Portanto, contra o estupro da Rússia e uma porção de países por Stalin, a Maria do Rosário não foi contra. Foi um estupro fenomenal da democracia, uma ação que seu partido de então, o PCdoB, tentou anos depois fazer também aqui no Brasil, inclusive matando gente. E como a deputada agitava junto aos companheiros comunistas antes de saltar para o PT, o que se entende é que ela é favorável ao estupro da democracia e da liberdade que seu antigo partido tentou fazer pelas armas.
A deputada também não é contra o estupro da liberdade de expressão, já que é uma entusiasta do projeto petista de controle da informação. E na questão muito grave da situação da economia brasileira, Rosário foi também favorável a um dos piores estupros já feitos neste país à responsabilidade fiscal. Na votação da PLN 36, o projeto de lei que permite ao governo do PT a fraude no superávit fiscal, ela deu o SIM, apoiando o estupro.
Esses são apenas alguns exemplos de estupros que nunca mereceram a indignação da deputada Maria do Rosário, mas com certeza ela ficou caladinha em relação a muitos outros, já que sua atuação na política vem sendo muito ativa em defesa do governo do PT, que costuma fazer muitas obscenidades revoltantes.
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POR José Pires
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