E eis que surge mais uma daquelas notícias que parecem até inventadas, por isso fomos verificar. E está confirmado. A presidente Dilma Rousseff realmente falou esta besteira. E ela nem tem como dar desculpa alguma sobre a infeliz declaração. A matéria é do jornal O Globo, de junho do ano passado, sendo que muito antes disso já se sabia que o técnico Luiz Felipe Scolari era um blefe. Mas estamos tratando aqui da brilhante analista de futebol que poucas horas antes da catástrofe do Mineirão estava distribuindo fotos dela fazendo o "Ó tois", do Neymar, e combinando com Lula a entrega da taça para a Seleção Brasileira no dia 13 de julho, coincidência incrível com o número do PT.
Na época em que falou isso, Dilma estava vendo sua popularidade cair e pegou o técnico da seleção brasileira como eficiência. "Meu governo é padrão Felipão", ela disse. E não deixa de ter razão nisso. Como o brasileiro sabe muito bem, seu governo vem tomando goleada atrás de goleada. Veja a notícia aqui.
Jorge Luis Borges e "O Aleph" brasileiro de Paulo Coelho
Há alguns dias soube que Paulo Coelho estava para publicar um novo livro, cujo lançamento oficial é neste sábado. O nome é "O Aleph" e foi uma surpresa para mim... (Leia mais, clicando na imagem)
José Pires, também conhecido como Jota, é jornalista, cartunista e artista gráfico. Como cartunista, foi premiado nos Salão de Piracicaba e no Salão de Humor do Piauí, tendo participado também de vários salões internacionais. Em 1980 foi premiado no Salão de Humor do Canadá. Jota já publicou na Folha de S. Paulo, onde fez parte do Folhetim e da Folha Ilustrada, suplementos modernizadores do jornalismo cultural brasileiro. Publicou também em O Estado de S. Paulo, onde durante cerca de dois anos publicou uma coluna de humor no suplemento diário Caderno 2.
Já publicou também na antiga Última Hora, de São Paulo, Correio Popular, de Campinas, Gazeta de Pinheiros, no semanário Primeira Mão, nas revistas Visão, Repórter Três, Tênis Esporte e no jornal paranaense Folha de Londrina.
Entre as décadas de 70 e 80, participou ativamente da imprensa alternativa brasileira, de oposição à ditadura militar. Foi da equipe do jornal Movimento, um dos mais importantes órgãos de imprensa durante o regime, de seu primeiro número, em 1975, até seu fechamento em 1981. Publicou também em O Pasquim e no jornal Ex e participou da revista Versus, além de outras publicações de oposição ao regime militar.
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